As reflexões feitas pelo grupo, formado por Maria Fernanda, Isadora, Pedro,
Stefane, Júlia, Larissa, Marcos Barone, Mariana, Thaís, Nathália Mendes,
Nathália Paiva, Ana Cecília e Beatriz, para o debate sobre virtual e
interatividade apontaram para questionamentos sobre como seria possível adaptar
edificações já existentes de modo a chegar a uma arquitetura com
possibilidades virtuais, assim como sobre os limites da interatividade e como
ela poderia afetar a vida dos indivíduos, levando, também, ao questionamento
sobre formas de concretizar a interação como um circuito mútuo, em que
estímulos e respostas se encadeiam.
O desenho analisado representa uma perspectiva da fachada da Escola de Arquitetura. O ângulo escolhido permitiu uma representação do prédio em que a perspectiva do edifício, ainda que exista, não seja o elemento mais evidenciado da imagem, sendo esse o plano vertical da fachada, emoldurado por elementos naturais: árvores em ambos os lados e o jardim em baixo. Essa disposição de elementos gera uma composição harmônica e bem-enquadrada. Há, por outro lado, um enquadramento externo ao desenho, uma vez que a representação não ocupa a pagina inteira, sendo demarcada por uma linha simples. Tal enquadramento não é feito de maneira óbvia, com um retângulo centralizado dentro do outro, mas de modo assimétrico, criando uma faixa larga na direita, ocupada apenas pela assinatura da desenhista, Nathália Mendes. Esse todo, que compõe o preenchimento da página, é equilibrado e colabora para a expressividade da obra. A imagem não apresenta excesso de detalhamento; as plantas do jardim são desen...
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